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  1. Para quem investe em ações e gosta de montar sua planilha, acho válido citar a função GOOGLEFINANCE do editor de GoogleSheets (editor de planilhas da empresa Google). Trata-se de uma função fácil de utilizar. Como exemplo, montei uma planilha pra acompanhar ações identificadas por: NUBR33 BBSD11 Sintaxe básica: =GOOGLEFINANCE( [célula] ; " [parâmetro] ") Passos: apenas inseri os códigos das ações e fiz na primeira linha (NUBR33) obter o preço atual: inseri na célula =GOOGLEFINANCE($G8;"price") onde $G8 corresponde a célula do código e "price" ao valor(parâmetro) que quero obter do restante eu alterei apenas o parâmetro para preço de abertura: =GOOGLEFINANCE($G8;"priceopen") para alta do dia : =GOOGLEFINANCE($G8;"high") para baixa do dia: =GOOGLEFINANCE($G8;"low") alta em 52 semanas: =GOOGLEFINANCE($G8;"high52") para linha de baixo(BBSD11), apenas arrastei para completar. O que altera é apenas a linha ( onde tem $G8 muda para $G9 ). Cabe citar que o $ junto com a letra que representa a coluna, é apenas pra fixar a coluna ao fazer o efeito de "arrastar". Segue o link da documentação em Português apenas para entender, mas os parâmetros são aceitáveis em inglês conforme esta documentação. Estou à disposição, caso eu possa auxiliar.
  2. O que são Gráficos são representações visuais utilizadas para exibir determinadas informações e valores numéricos. Geralmente utilizados para demonstrar padrões, tendências, facilitar comparações e ajudar na tomada de decisão. Os gráficos estão presentes no nosso dia a dia, pois são utilizados na matemática, estatística, geografia, história, áreas da saúde, entre outras. Tipos mais comuns Existe uma grande variedade de tipos de gráficos, inclusive alguns bem semelhantes, dentre os quais podemos destacar os tipos abaixo: Os melhores gráficos para comparação Gráfico de barras Gráfico de setores ou gráfico de pizza Gráfico de combinação Gráficos de barras empilhadas ou colunas empilhadas Os melhores gráficos para mostrar mudanças Gráfico de colunas Gráfico de linhas Gráfico de área Qual gráfico escolher Interpretar corretamente os gráficos é fundamental para que ele atinja seu objetivo, por isso a escolha é muito importante tendo em vista que cada um deles é aplicável a um tipo de informação ou dado estatístico. Defina seu objetivo Logo de início é importante definir qual o objetivo da visualização, para que não escolha um gráfico mais complexo que o necessário, ou simples que não atenda o objetivo como um todo. Por isso analise as seguintes opções: É apenas informar valores sem necessidade de contexto para entender; É para mostrar semelhanças ou diferenças; É para mostrar tendências; É para apresentar padrões ou ordem; É para apresentar correlações entre variáveis. Escolha do gráfico Após ter claro qual o objetivo da visualização já podemos analisar e escolher qual gráfico aplicar! Abaixo alguns conceitos e exemplos de quando utilizar: Gráficos de coluna ou de barras Apresentam um dado quantitativo ou qualitativo sobre diferentes variáveis, lugares ou setores e não dependem de proporções. Os dois gráficos podem ser utilizados de forma semelhante, já que sua visualização é bem parecida. No entanto, se a ideia for comparar mudanças ao longo do tempo, é melhor escolher o gráfico de colunas que vai mostrar o tempo no eixo horizontal. Ex.: Quantidade de vendas por ano; Quantidade de vendas por loja; Quantidade de habitantes por estado. Gráfico de setores ou pizza O famoso gráfico de pizza, indicado para expressar uma relação de proporcionalidade, em que todos os dados somados compõem o todo de uma informação. Dicas para visualização: - Limite a quantidade de segmentos; - Ordenar os segmentos do maior para o menor. Ex.: Vendas por produto ou consultor em um determinado período; Gastos mensais por categoria. Gráfico de linhas Utilizado para demonstrar sequência numérica de um determinado período. É indicado para demonstrar evoluções e regressões dentro do período apresentado. Ex.: Quantidade de colaboradores dentro de um período; Histórico de vendas. Gráfico de área Semelhante ao gráfico de linhas e pode ser uma escolha para deixar seu painel mais agradável. Já que traz uma maior noção de proporção sobre o todo. Dicas para visualização: - Limitar a quantidade de séries; - Utilizar transparência caso facilite a visualização. Ex.: Quantidade de colaboradores dentro de um período; Histórico de vendas. Gráficos de barras empilhadas ou colunas empilhadas Utilizado para comparar a composição de vários valores. Com esse gráfico é possível visualizar a proporção de cada um dos dados de forma rápida e eficiente sem ter que olhar para os números. Cuidados: - Não adicionar muitas séries; - Não indicado quando possui grande diferença nos dados. Ex.: Visão rápida de qual produto é mais vendido; Composição de uma pesquisa frequente; Vendas por consultor. Gráficos de combinação Os gráficos de combinação são mais úteis para seguir tendências e identificar desvios nos dados que podem exigir investigação adicional. Ex.: Comparar realizado com meta; Indicadores que precisam caminhar juntos; Indicadores que não podem se aproximar. Boas práticas Use cores para funcionalidade, garantindo que seu painel não fique “sobrecarregado”; Ordene os dados de maneira lógica; Não utilize muitas linhas em um gráfico de linhas; Não utilize muitas barras em um gráfico de barras; Limite a quantidade de segmentos no gráfico de setores; No gráfico de setores ordenar os segmentos do maior para o menor. Lembrando que além dos gráficos apresentados acima, existem vários outros que podem se encaixar na sua necessidade. O mais importante é entender os dados que você possui e definir seu objetivo com a visualização. Dúvidas ou contribuições? Deixe um comentário aqui no post. Obrigado!
  3. Chegamos a terceira e última parte desta série de postagens sobre KPI's, se você não sabe muito bem por onde começar, sugiro que clique aqui e siga para nossa primeira postagem, entretanto, sinta-se a vontade para começar daqui. Como medir um KPI? É muito importante, após a definição dos seus KPI's, que durante a fase da implementação deles, você defina como quer medir ele, mas tem de se atentar ao fato de que essa medição tem de fazer sentido, tanto para o indicador em si, quanto para o seu negócio. De modo geral, existem cinco maneiras de medir seus KPI's, e elas são: Contagem: Esse é um dos métodos mais fáceis de calcular, seja ele o número de vendas no dia, quantidade vendida de determinado produto, numero de acidentes de trabalho registrados. A contagem é muito útil para análises mais simples pois não precisa de nenhuma outra referência para medir o progresso ao longo do tempo, exceto claro, os marcos que você definiu e/ou está ajustando. Somas ou totais: São comumente confundidas com contagens, porém, somas ou totais são são variáveis continuas, podendo ou não assumir formas decimais. Por exemplo, o total de faturamento dentro do mês, o total de despesas com um determinado setor ou ainda, o tempo total gasto em ligações. Médias: A média é uma das medições mais comuns utilizadas, pois elas trazem um valor médio encontrado dentro de um determinado conjunto de dados, e isso serve como base para desenvolver análises mais complexas dentro de uma linhas de raciocínio. Ela é dada pelo total de números dentro de um conjunto de dados dividido pelo contagem total de números dentro desse mesmo conjunto. Eu explico melhor, vamos supor este faturamento trimestral da sua empresa: A sua média de faturamento seria o total faturado neste período, que no exemplo seria de R$ 470.000,00, dividido pelo no número de meses neste período, que neste caso seria 3. Ao final teríamos um faturamento médio mensal de R$ 156.666,67. Porcentagens: As porcentagens são contagens de números divididos pelo seu total e após isso multiplicados por cem. Essa medição é muito utilizada quando queremos analisar representatividades, por exemplo: Qual percentual do meu faturamento está comprometido com despesas de marketing? Supondo que você tem um faturamento de R$ 150.000,00 e uma despesa de R$ 50.000,00 com marketing, a sua conta seria o total de despesa com marketing dividido pelo faturamento total, multiplicado por 100: (R$ 50.000,00 / R$ 150.000,00) * 100 = 33,33% Nesse cenário, você teria 33,33% do seu faturamento comprometido com o marketing. Proporções: A proporção por si só, coloca dois números, lado a lado, separados por dois pontos. Desse modo estaremos traçando uma linha de proporção de um número a outro, para entender melhor vamos a um exemplo: Imagine que você tem uma empresa que vende apenas por telefone, e a informação que você tem é de que a cada 30 ligações, você consegue efetuar uma venda. Desse modo você sabe que a proporção de vendas em relação a ligações é de 1 venda para cada 30 ligações, logo 1:30 seria a maneira como essa proporção seria representada. Nesse caso é muito importante comparar números que façam sentido serem comparados. Agrupando KPI's Uma boa prática é sempre lembrar que os KPI's não devem corresponder apenas a um setor, mas também a toda a sua empresa. Isso significa que dizer que nem todos os KPI's que servem para um setor vão servir para outro e isso também vale para empresas: nem todos os KPI's que são certos para uma empresa serão os certos para outra. Tendo isso em mente, uma coisa muito interessante a se fazer é pesquisar o máximo possível sobre indicadores mais utilizados no seu nicho de negócio e a partir deste ponto determinar quais são os mais adequados a sua realidade. Uma outra dica importante é sempre tentar agrupar seus indicadores de acordo com o que eles representam e também os que mais façam sentido para você fazer sua análise. Em outras palavras, agrupar indicadores de receita, despesas, gestão de pessoas e gestão financeira sempre ajudam, porém todas essas análises tem de culminar em insights e pensamentos que favoreçam a sua estratégia. Se você ainda tem alguma dúvida sobre como melhorar a sua gestão através dessa ferramenta, deixa aqui nos comentários pra gente bater um papo! E não se esqueça de conferir a parte 1 e parte 2 dessa nossa série, até mais!
  4. Bom, se você chegou até aqui provavelmente deve ter visto nossa primeira postagem sobre KPI's, se você ainda não viu, pode clicar aqui e acompanhar nosso raciocínio desde o começo. Implementação de KPI's Após vermos qual a definição de um KPI e alguns princípios que devemos tomar quando pensamos neles, chegou a hora de definir se seu KPI é implementável ou não. Afinal de contas, nem sempre a sua ideia de KPI necessariamente vai fazer com que ele seja implementável, para isso, devemos nos certificar de cinco etapas: Analisar os objetivos e as metas do negócio: Quando projetamos um KPI, é muito importante saber onde se quer chegar antes mesmo de descobrir como chegar lá. Uma boa ideia de por onde começar é analisando a visão da empresa, que está diretamente ligada a um objetivo maior. Analisar o seu atual desempenho: Pergunte-se: Seu desempenho atual está sustentável? Sua configuração atual está funcionando? O que não está funcionando? Definir metas do KPI de curto e longo prazo: Tão importante quanto definir metas de longo prazo são definir as de curto prazo. Quebrar um objetivo maior em pequenos objetivos menores facilita o controle e o acompanhamento e também ajuda a motivar a equipe em situações adversas. Revisar as metas com sua equipe: Toda a equipe deve estar de acordo com as metas para alcança-las, e veja bem, não significa que todos tem que "gostar" da meta, mas sim obter insights de todos que podem ajudar a preencher qualquer lacuna que esteja faltando. Lembrando que meta é algo desafiador, não impossível, porém não deve ser algo fácil, mas desafiador ao ponto que sua equipe se orgulhe de realizar. Revisar o progresso e evolução. Após colocar os KPI's no seu devido lugar, é importante observar o seu progresso, analisar os números e também ver onde pode ser melhorado. Um KPI não revisado e não acompanhado não cumpre o propósito do seu significado, nem ajuda ninguém. A importância da definição dos objetivos e da atualização dos KPI's Os KPI's são baseados em objetivos, do contrário eles não tem um real propósito, então depois de definir seus objetivos de longo prazo, você pode trabalhar identificando marcos que precisará atingir para chegar lá. Vamos tomar como exemplo o uma empresa do ramo de varejo de sucos. Essa empresa tem como KPI uma meta no primeiro trimestre do ano de faturar R$15.000,00. Definindo marcos mensais, é muito mais fácil avaliar e ajustar o curso para atingir essa meta de longo prazo. De modo geral, você poderia dividir essas metas igualmente, sendo R$5.000,00 para cada mês. Mas você pode ser um pouco mais específico, sabendo que seu movimento é maior em Fevereiro por conta do carnaval em sua cidade, você pode determinar uma expectativa de R$7.000,00 em fevereiro e nos demais meses R$4.000,00. Isso ajuda a ajustar o curso do negócio de acordo com o progresso e também ajuda no aprendizado. Outro ponto importante é a motivação dos colaboradores. Num cenário em que talvez não fosse possível cumprir a meta mensal de Janeiro, eles ainda estariam motivados para Fevereiro, que junto de uma meta mais audaciosa, trás consigo um movimento acima do normal também. De todo modo, dividir suas metas de KPI em metas de curto prazo ajudará você a se mover em direção as metas de longo prazo com mais eficiência. Um KPI que nunca é revisto ou atualizado com base no seu desempenho atual irá se tornar obsoleto. Revê-los com certa periodicidade lhe dará a oportunidade de corrigir falhas e até mesmo mudar completamente de curso. Por muitas vezes você acaba pensando em caminhos novos e mais intelgentes para seus objetivos. E ai, você já deu uma olhada nos seus KPI's hoje? Se sim, me conta aqui se você obteve algum insight interessante a partir do curso deles. Se não, corre lá! E fique ligado que na próxima postagem vamos abordar sobre a medição desses KPI's e sobre como otimizar seu agrupamento, você pode acessar ela clicando aqui.
  5. O que é um KPI: da definição à utilização No âmbito empresarial, desde as reuniões executivas até as sessões de estratégia, o termo KPI é mencionado inúmeras vezes. Contudo, mesmo sendo utilizado em excesso, muitas vezes não é entendido de maneira correta e nem todas as empresas o utilizam com eficiência porém, quando usados corretamente, os KPI's podem ser um ponto determinante para o sucesso de uma empresa, mas afinal de contas... O que é um KPI? Do inglês "key performance indicator", o KPI é a representação de um medida que avalia o sucesso de uma empresa, produto, ou setor, bem como desempenho individual e cumprimento de metas. Em resumo, o indicador chave de sucesso é um valor, o qual se é possível medir, que mostra o avanço em direção ao resultado esperado. Como este conceito está intrínseco em nossas rotinas, muitas vezes nos esquecemos dele, e isso, resumidamente atrapalha um pouco a interpretação de alguns dados. Definindo um KPI: Fatores-chave Normalmente, os KPI's são medidas ou números determinados pelos princípios SMART. Todos eles devem começar com algumas considerações se tiverem como objetivo serem indicadores de sucesso. "Specific" - Específico É a parte mais importante quando falamos em desenvolver um KPI: é crucial medir os seus principais objetivos. - os objetivos que têm grande influência sobre o seu negócio, sem isto o KPI não tem valor algum. "Measurable" - Mensurável O seu indicador deve ser capaz de ser mensurável regularmente e sempre comparados com as métricas definidas e os valores anteriores. Não definir critérios gerais ou relativos mas sim métricas eficientes para entender os resultados alcançados. "Achievable" - Atingível O seu KPI deve ter medidas realistas e apropriadas para que possa se tornar atingível e lembre-se: se tornar atingível não quer dizer que não seja desafiador, porém deve ter os pés no chão para que possa nortear corretamente o seu negócio, "Revelant" - Relevante O seu KPI deve ser pragmático e objetivo, ter um valor genuíno e sem ambiguidades levando em conta o momento e o perfil da empresa para que façam sentido. "Time - framed" - Temporal Seus KPI's devem ter um tempo para acontecer, seja anualmente, mensalmente, semanalmente e etc. Todo e qualquer objetivo pode acabar sendo esquecido ou até mesmo distante sem um período específico. Nas próximos postagens veremos um pouco mais afundo sobre a implementação desses KPI's e a importância de definir os objetivos e atualizar os mesmos, você pode acessar clicando aqui. E você, trabalha com KPI's diariamente? Tem alguma dificuldade em estabelecer e implementar alguns deles?
  6. Uma das máquinas mais importantes para sustentar o crescimento da Softaware House é a máquina de vendas. Mas como fazer projeções mais assertivas? Quais fatores considerar nessa conta? Como acompanhar a performance e saber o quanto investir? As dúvidas são muitas e as respostas complexas. Falamos mais sobre o assunto e trouxemos alguns aprendizados da TecnoSpeed no último TecnoUpdate. Para objetificar melhor os nossos aprendizados, deixo aqui disponível uma ferramenta que pode ser utilizada para projeções futuras de vendas e receitas que considera alguns dos principais indicadores do mercado para acompanhar a performance mês a mês. Fiz um pequeno vídeo demonstrativo de uso da ferramenta mas deixo aqui a provocação para compartilharmos experiências, dúvidas e quem sabe evoluirmos essa ferramenta juntos? P.S: Só uma correção do vídeo: ao invés de criar uma cópia, basta clicar no link abaixo que irá ser feito o download da ferramenta em formato Microsoft Excel (.xlsx) Consegui finalizar esse formato de compartilhamento após a gravação do vídeo Para utilizar a ferramenta baixe o arquivo: Forecast Vendas - template para projeção de vendas e receitas.xlsx Vídeo com algumas informações para utilização: 2021-12-16_13-51-40.mp4
  7. até
    O Maringá Agile Day 2021 tem por objetivo ser uma manhã para disseminação da cultura ágil com pessoas que são referência no assunto e contará com a presença dos palestrantes Marcelo Neves (Consultor, instrutor e fundador da Anelox e Canal valor), Marco Dubovski (Product Manager na Serasa Experian) e Ceci Fernandes (Head of Agile Chapter at Nubank).
  8. Somos especialistas em gestão de confecções de vestuário A Vexta oferece soluções desenvolvidas sob medida para seu negócio. Para você controla os processos, reunir informações valiosas para a tomada de decisões e aumentar a competitividade da sua confecção do vestuário. Entre em contato 47 99900 1957 ou acesse https://www.vexta.com.br/
  9. Hoje em dia se fala muito em ser líder e não chefe, mas afinal, qual é a fronteira entre os dois papéis em uma empresa? Quando se fala em ser um líder, o que todos dizem e pensam, é que deve ser aquele cara que engaja a equipe, que cria seguidores, que tem um grande poder de persuasão, que faz as pessoas o seguirem sem muito esforço e acabem fazendo o que ele diz, porque afinal, ele é um visionário. Já o chefe, apenas dá ordens, cobra resultado, atrasa para reuniões. É aquele cara que não ouve opiniões alheias, sempre está certo e só quer mandar. Em grande parte da minha vida profissional, mesmo sem ter o “cargo”, sempre me destaquei como um líder, porém, apenas após um cargo oficial, comecei a me questionar se eu era de fato um líder ou um chefe, apenas nesta fase da minha vida comecei a ficar preocupado em ser mais líder do que chefe. Mas por que antes era mais fácil? A diferença é que quando eu não tinha o cargo, as pessoas me viam apenas como mais um, e se eu os convencesse de algo, era porque realmente fazia sentido e então trabalhávamos naquela direção. Hoje preciso refletir muito de como peço ou questiono as pessoas, pois isso pode soar uma ordem, quando na verdade, eu quero gerar uma discussão, quando eu não quero ter razão, mas ao mesmo tempo ninguém contra argumenta. Esse comportamento me faz pensar que, por mais que você, líder ou chefe, dê total liberdade para as pessoas te questionarem, a maioria delas geralmente estará esperando por uma ordem, muitas delas precisam de ordens, só funcionam com cobrança e inconscientemente este é o jeito certo de guiar e ser guiado. Lógico, este pode ser apenas um problema meu, de minha personalidade como líder, pode ser culpa minha que as pessoas não se sintam à vontade em me questionar e contra argumentar, mas me pergunto, por que antes as mesmas pessoas com quem lido hoje, não se sentiam intimidadas? Pessoalmente e até profissionalmente, eu sei que tenho gênio forte, cada vez aprendo mais que devo me controlar para expor minhas opiniões e discutir com as pessoas, sou impaciente, porém calmo, sempre busco tratar e cobrar as pessoas de forma que não seja uma cobrança, mas que seja algo em que nós (eu e você) concordamos e entendemos que é a melhor opção. Porém, nos últimos tempos, fica cada vez mais claro pra mim que existem momentos em que o líder bonzinho tem que ser deixado de lado, e pra não falar chefe, o líder carrasco deve aparecer, ele deve cobrar, mandar, e tudo isso tem que soar um tanto quanto rude, pois muitas vezes, as pessoas deixam a “peteca cair”, todo mundo pode falar, orientar e aconselhar, mas enquanto o “boss” não ter essa conversa com a pessoa, ela não vai entender a criticidade do problema. O que eu posso concluir de tudo isso? Tanto líderes inexperientes como eu, quanto colaboradores de qualquer nível da empresa, tendem a confundir o papel dos líderes pensando que hoje em dia não deve haver mais um superior que cobre e que seja durão em determinados momentos. As pessoas acham que o líder é o chefe bonzinho e tudo se resolverá sem cobrança e sem broncas. O grande risco de tudo isso, é que se essa cultura do líder ser o chefe bonzinho já existe há algum tempo na empresa, qualquer postura mais rígida de um superior será julgada banal, este será odiado, até que mostre os resultados de sua conduta para sua equipe. Não deixe esta cultura prevalecer na empresa, pois isso resultará em baixa performance e subutilização de talentos. E você, concorda? Deixe sua opinião, para mim tudo é um constante aprendizado.
  10. Quando falamos sobre OKRs, muitas vezes ouvimos a seguinte pergunta: Mas como vocês fazem o acompanhamento? Hoje em dia existem muitas ferramentas para gestão de OKRs, porém muitas empresas ainda utilizam as boas e velhas planilhas para fazer esta gestão. Pensando nisto, compartilho o modelo de planilha de acompanhamento de OKRs que utilizamos por aqui. Espero que seja útil a todos!
  11. Recentemente, entrei em contato com a ideia de Prática Deliberada. Ela surgiu das pesquisas do Dr. K. Anders Ericsson, estudioso no tema da excelência humana da Universidade da Flórida. Por que algumas pessoas atingem altos níveis de produtividade ou sucesso numa área? Seria talento inato, diferenças qualitativas no modo de agir e pensar (características ensináveis!) ou uma combinação de ambos? Dr. Ericsson concluiu que o fator determinante é a Prática Deliberada. De tudo quanto li, especialmente dois artigos científicos recentes, acredito que seja uma combinação das duas coisas. Diferente do Dr. Ericsson, estes dois artigos mostram que o talento inato tem sim um papel importante como facilitador, ainda que a prática deliberada seja o ponto mais importante. Em um dos artigos, analisou-se um grande número de enxadristas, correlacionando QI e desempenho no jogo. No outro, o estudo foi feito com músicos. Neste último, por exemplo, encontrou-se uma associação entre uma maior Memória de Trabalho (por assim dizer, nossa memória RAM) com o desempenho ao tocar peças de primeira vista (sem ter treinado antes). Contudo, com o aumento da prática, o papel dessa memória superior diminuiu e a vantagem se tornou menor. Em outras palavras, a Prática Deliberada é capaz de diminuir o gap entre os diferentes níveis de talento. Nesse sentido, mesmo que o talento inato exista e seja muito importante (o que é evidente¹), o fator determinante para o sucesso e performance é necessariamente a prática, e a prática inteligente. E mais prática. Deixo aqui um artigo que explica um pouco mais sobre a Prática Deliberada. Se alguém mais conhecer do tema ou tiver outros materiais interessantes, vamos compartilhar! https://blog.ambra.education/pratica-deliberada/ ¹ Para Ericsson, o talento inato influenciaria ao favorecer a prática deliberada, de modo que o maior desempenho de uma pessoa talentosa seria explicado por ela. Ou seja, para ele, o talento inato seria pouco relevante em si mesmo. Apesar disso, existe evidência sólida de que o talento inato age não apenas favorecendo a prática deliberada, mas também trazendo diferenças qualitativas e quantitativas no modo de pensar e agir. Seja como for, com maior ou menor talento, a prática deliberada é o fator mais importante.
  12. Ainda hoje vemos muitas empresários B2B aplicando estratégias inadequadas em suas organizações. Se você tem uma empresa B2B e quer fazê-la crescer, entenda: B2B não é B2C! Isso porque nas empresas B2B, nós lidamos frequentemente com compras complexas, que requerem considerações do nosso cliente, além de ter inúmeros stakeholders, ciclos longos de decisão e LTVs massivos. Estas características importam muito quando vamos desenvolver uma estratégia de crescimento. Sabendo as diferenças entre o crescimento B2B e o B2C, você será capaz de filtrar os conselhos que te dão e que são bons para um contexto e ruins para outro. Para saber se sua empresa B2B está pronta para crescer, é necessário saber em que fase ela está. Confira: Em que estágio está a sua empresa B2B? A melhor estratégia de crescimento para a sua empresa depende do estágio em que ela está: incubação, iteração ou escala. Um dos erros mais comuns é uma empresa agir como se estivesse na fase de escalar, quando na verdade está na fase de iteração. Como resultado disso, várias dessas empresas acabam desenvolvendo estratégias de crescimento ineficientes, que levam à gastos mensais exorbitantes em publicidade, canais de aquisição super estranhos, contratações não efetivas (com posteriores demissões), e a desconsideração dos feedbacks do cliente. Existe uma atmosfera que pressiona o crescimento, mas acreditar em seu próprio sucesso antes dele ser real pode matar empreendimentos em estágios iniciais. A seguir, um resumo de cada um dos estágios: Incubação: é quando você está construindo um MVP. Esta etapa deve ser feita de forma próxima com clientes potenciais e é preciso assegurar-se de que este MVP irá resolver um problema real com uma solução confiável. Iteração: é quando os clientes já estão usando o MVP e você está melhorando o produto rapidamente. O sucesso nesse estágio é baseado nos insights gerados pelos clientes, tanto quantitativos quanto qualitativos, e não pela excelência em promoção. É valioso incluir nesse processo iterativo clientes que não tem relação com você, pois o que se quer testar são os recursos do produto, e não o quanto um amigo está disposto a te ajudar. Aqui, se quer um cliente que seja uma amostra precisa de uma população muito maior para qual se quer vender. O ponto final dessa fase é o product/market fit. Escala: é quando você já tem o product/market fit e quer crescer a sua base de clientes. O objetivo dessa fase é construir um amontoado de táticas que maximizem a penetração de mercado com baixo custo. Aqui o sucesso está baseado em aumentar o LTV por meio da retenção e maximizar a conversão de funil para converter leads em consumidores de forma efetiva. Além disso, é importante encontrar táticas que possam ser repetidas para guiar a consideração e conscientização dos compradores acerca do produto. O ponto final dessa fase é a saturação de mercado, que levará à incubação e iteração de novos recursos, segmentos de clientes e locais. E aí, ajudou? Se quiser saber mais, tirei essas informações do link: https://techcrunch.com/2019/08/16/how-should-b2b-startups-think-about-growth-not-like-b2c/
  13. Vamos continuar nossa conversa sobre A importância da Venda Consultiva?
  14. O que significa ser proativo? Confira o significado, a importância e as principais características da proatividade, e 10 dicas para ajudá-lo a ser proativo. Já não é novidade que ser proativo é um requisito fundamental para quem quer ser notado, admirado e conseguir uma carreira de sucesso dentro de uma empresa. A proatividade tem sido cada vez mais requisitada entre os recrutadores e gestores. Mas, afinal, o que é ser proativo? Segundo o dicionário, proativo é um adjetivo atribuído a quem “pensa e age antecipadamente; que, por antecipação, adota medidas para evitar ou resolver problemas futuros”. Neste artigo, você aprenderá descobrirá o significado e a importância da proatividade. Além disso, apresentaremos 10 dicas para ajudá-lo a ser proativo. Para continuar lendo, clique aqui.

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